
Em tempos cibernéticos, no qual tudo está a um clique de distância, não tem como deixar de falar da importante relação do trabalho do DJ com a internet. De alguma maneira, os experts das pick-ups dependem da rede, seja para troca de arquivos em MP3, para se atualizar musicalmente ou até para ficar sabendo o que está rolando na cena eletrônica mundo afora. Isso sem contar a facilidade da web radio, no qual o DJ pode tocar numa rádio em qualquer canto do mundo, e o público pode ouvir ao vivo!Agora vamos falar do site pessoal dos DJs, uma ferramenta ainda pouco utilizada pelos brazucas, mas bastante difundida no meio eletrônico. O que interessa é a praticidade para o DJ, promoters e interessados em seu trabalho. Segundo a DJ carioca K-Milla (foto 1), as vantagens profissionais são inúmeras e o website funciona como um portfolio virtual. Na opinião do DJ pernambucano Bruno V o site é indispensável no desenvolvimento da carreira de qualquer artista. "Com a divulgação a nível global, se expande a possibilidade de pessoas conhecerem meu trabalho. O website dá uma alavancada na carreira. Hoje meu site recebe em média 1.200 visitas únicas por mês", diz ele.
Com flash, sem flash...Antigamente eram os cartões de visita e os folders que faziam a propaganda pessoal, hoje em dia são os sites. Quanto melhor o design, melhor a impressão que os promoters vão ter do DJ. Na opinião do programador Roger Rabbit, "o primordial no site de um DJ são as informações sobre sua carreira e uma agenda". Já o casal Eto & Gab inclui também as fotos das apresentações, a discografia e a indicação de links.Apesar de tudo o que foi citado acima contar pontos na hora da visita, o que não pode ser deixado de lado é o design da página e a fácil navegação. "A diagramação deve ser leve e básica, sem muitas dificuldades para encontrar as informações necessárias", diz Hard Mix!. E Roger Rabbit completa ainda: "Um site de artista é uma mídia informativa, e não uma galeria de efeitos. Lógico que deve ser apresentável, mas não pode ser poluído". Bons exemplos de site são os dos DJs Hopper e Duke Jay, cujas telas estão nas fotos 3 e 4.
Confira na íntegra esta matéria que saiu no site da revista eletrônica RRAURL.com .
http://rraurl.com/cena/1182/Internet_para_DJs
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Internet para DJs
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Dj Duke Jay
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03:28
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Para quem não sabe oque é o Final FinalScratch e como funciona.
Não há uma palavra sobre Macs no site. Há um mês, mandamos uma pergunta para o site oficial sobre disponibilidade para Mac mas a resposta estamos esperando até agora. Na outra ponta, estão as pick-ups tocando o vinil especial da FinalScratch. É esta a parte mais revolucionária em matéria de tecnologia: esse vinil FinalScratch, que não tem nada gravado, funciona como um mero veículo, um hospedeiro, para qualquer faixa selecionada da coleção de arquivos do computador (que podem ser em AIFF, WAV ou Audio CD).
E aí a brincadeira começa a ficar realmente engraçada: conforme você manipula o vinil FinalScratch (faz um scratch, dá uma empurradinha, faz um backspin etc.) os mesmos movimentos acontecem com o arquivo de som no computador. A posição da agulha é igual também: se você a coloca no meio do vinil o programa toca o arquivo a partir do meio. As pick-ups podem ser qualquer par em bom estado, de Technics a Gemini.O FinalScratch abre uma multidão de possibilidades: o produtor acaba sua faixa no estúdio e já pode tocá-la na mesma noite, transferindo-a para o vinil FinalScratch.
Será o fim dos dub plates e acetatos, discos de teste caros e de vida curta. Será um golpe fatal no ato de se tocar com CDs, pois a praticidade é muito maior e a sensação é um retorno ao manuseio do vinil normal. O apelo da imagem clássica do DJ virando vinil, que o CD não conseguiu derrubar e que certamente nunca temeu o modismo dos DJs de MP3 (um cara com um monitor e um mouse na cabine? Que empolgante, né?), permanece inalterado com o FinalScratch. De longe, será impossível dizer se o cara está tocando um vinil analógico ou um arquivo digital via vinil FinalScratch.
A grande dúvida é se o FinalScratch representa uma ameaça ao vinil como nunca houve antes. Quantos não vão preferir baixar músicas ou extrair faixas de CDs ou vinis em vez de gastar em discos novos toda semana? Fora isso, DJs podem dizer adeus a mau-jeitos e dores nas costas já que os cases lotados de vinil podem ficar em casa, substituídos por um conjunto bem mais leve: um laptop e os componentes do FinalScratch. E outra: no laptop pode se armazenar centenas e centenas de faixas, enquanto um case carrega 100 no máximo.
O ato de procurar um disco no case, aquela correria desesperada, também pode virar coisa do passado. Basta dar um "search" que o FinalScratch encontra o que você quer. É realista imaginar que se o FinalScratch ficar barato (ao preço de quase 3 mil dólares, ele hoje é proibitivo para a maioria) e se popularizar, só os colecionadores e aficcionados continuarão a comprar vinil. E mesmo estes terão a atraente opção de passar todos seus vinis para arquivos digitais para tocar por aí e deixar os originais intactos, bonitinhos na coleção na estante. Chega de perder capas e papéis de dentro nas baladas.
O garoto-propaganda oficial do FinalScratch é o canadense Richie Hawtin. Seu parceiro John Acquaviva é outro entusiasta. Outra vantagem dessa tecnologia que ele aponta é uma democratizacão bem maior da música. Sabe aqueles vinis raros, fora de catálogo, que ninguém consegue achar? Com FinalScratch dá para colocar esses sons na roda de novo.
"Não existirão mais aqueles white labels‚ ou discos difíceis de achar. Todo mundo vai ter o mesmo tipo de material de base e caberá aos DJs e produtores filtrar toda essa informação digital e reeditá-la, reavaliando-a com novas maneiras de deixá-la relevante outra vez," disse Hawtin no site Furious Green Thoughts. O último CD de Hawtin, "DE9: Closer To The Edit", foi todo montado com o FinalScratch (mais sua bateria eletrônica Roland 909 e um software chamado Electrix Repeater). Ele pega 300 samples de mais de 100 discos de tecno minimal e os reorganiza como um set de tech-house. O resultado é impressionante. E a qualidade de som, que às vezes é meio capenga em arquivos digitais? Hawtin fecha a questão dizendo que "muitos dos sistemas de som nos clubes não são lá essas coisas então não dá para perceber a diferença na qualidade." Será o começo de uma nova era para a arte de tocar discos?
por CAMILO ROCHA e MARCEL SK para o site http://www.bitsmag.com.br/
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Dj Duke Jay
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
Vinil. O retorno....
Fechada desde 2008, Polysom retoma atividades ainda este ano e visa produzir inicialmente 40 mil discos por mês .
Com o avanço tecnológico e a popularização das mídias digitais, a única fábrica de LPs da América Latina, localizada em Belford Roxo - Rio de Janeiro, foi obrigada a fechar suas portas ano passado. Porém, no início de 2009, pegando a contramão da tendência digital e apostando no amor pelo formato analógico cultuado por muitos fãs de música, o presidente da gravadora independente Deckdisc, João Augusto, comprou a fábrica Polysom, que promete reiniciar suas atividades em breve. Segundo ele, a fábrica não terá vínculo com sua gravadora e atenderá toda a clientela interessada em lançar LPs, EPs e singles.
As instalações da Polysom estão em reforma desde maio, e não há data certa para conclusão, mas João Augusto garante reabertura ainda em 2009. Todos os equipamentos originais, desde mesas de corte até prensas, precisarão ser recuperados, pois não se fabrica mais tais maquinários. A Polysom irá vender o produto semi-acabado, as capas e embalagens ficam por conta das gravadoras, assim como o preço final ao consumidor. O novo dono da fábrica de vinis tem como objetivo fazer discos nacionais pela metade do preço da importação.
O investimento de João Augusto parece ter acontecido em bom momento, já que um grupo seleto de consumidores vem demonstrando sólido interesse pelas bolachas. Nos Estados Unidos, por exemplo, as vendas deste produto aumentaram em 50% em relação a 2008. Segundo a Soundscan, deverão ser vendidos 2,8 milhões de discos até o final do ano no país. O maior número de cópias desde que o órgão começou a acompanhar o segmento, em 1991.
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segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Finalmente acordaram !!!
Prêmio Açorianos de Música terá novos gêneros e categorias
O regulamento do próximo Prêmio Açorianos de Música, a ser entregue em cerimônia no Theatro São Pedro em março do ano que vem, passará de cinco gêneros (regional, popular brasileira, erudita, instrumental e pop & rock) para oito, sendo incluídos o reggae, o rap e blues & jazz. Entre as categorias, foram acrescentadas às dez anteriormente existentes as de produtor musical, produtor executivo e melhor disco infantil. (Veja as mudanças no quadro abaixo.)As inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de dezembro e suas fichas, incluindo cds e/ou dvds devem ser entregues à Coordenação de Música da Secretaria Municipal da Cultura, no Auditório Araújo Vianna (av. Oswaldo Aranha, s/n) de segunda à sexta, das 9h às 12h e das 14h às 18h. Informações podem ser obtidas pelos fones (51) 3311.5627 e 3311.6942.
Na fase de pré-seleção é inscrita, automaticamente, toda a produção musical gaúcha apresentada em Porto Alegre, sendo facultada, aos interessados, sua inscrição formal perante a Coordenação de Música da Secretaria Municipal da Cultura. Dentro dos gêneros musicais serão avaliadas e premiadas as seguintes categorias, seguindo os critérios de criatividade, abrangência e importância para Porto Alegre: compositor(a), intérprete, instrumentista e melhor disco. Independente de gêneros, serão concedidos pela SMC prêmios nas categorias destaque especial, espetáculo do ano, arranjador, projeto Gráfico, disco do ano (que será concedido ao melhor entre os discos vencedores nos oito gêneros específicos), revelação do ano e prêmio pelo conjunto da obra. No gênero musical Rap, a categoria melhor instrumentista será substituída pelo melhor DJ. Os nomes dos jurados serão divulgados até o dia 31 de novembro de 2008.
Aos vencedores do Prêmio Açorianos de Música serão concedidos prêmios em troféu e diploma, podendo ainda ser concedidos, a critério da Secretaria Municipal da Cultura, prêmios em dinheiro ou de outra espécie.
Espero que deixem de lado a teimosia e abram espaço para a premiação de dj nas bandas também.
Banda Ultramen 
Banda Mr. Deco & Os Tornados
Banda Bataclã FC
Porto Alegre agradece !!
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Dj Duke Jay
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18:16
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Música da Natureza !
Órgão do Mar na cidade de Zadar na Croácia...
ESPETACULAR

Órgão do Mar - na cidade de Zadar, Croácia. Situado na costa de Zadar, uma cidade da Croácia, encontramos o Órgão do Mar, degraus cravados em rochas que têm no interior um interessante sistema de tubos que, quando empurradas pelos movimentos do mar, forçam o ar e, dependendo do tamanho e velocidade da onda, criam notas musicais, sons aleatórios. Criado em 2005 ganhou o prémio europeu para espaços públicos (European Prize for Urban Public Space). O Órgão do Mar recebe turistas de várias partes do mundo, que vêm escutar uma música original que dá muita paz. O lugar também é conhecido por oferecer um belo pôr-do-sol, o que agrada ainda mais às pessoas que visitam a localidade.
Zadar é uma bela cidade do litoral da Croácia e foi duramente castigada durante a 2ª Guerra Mundial. A criação do Órgão é também uma iniciativa para devolver um pouco do que o lugar perdeu com tanta destruição e sofrimento.
Veja a estrutura interna das 'escadas'. O detalhe das cordas e notas musicais, que somadas à energia das ondas, criam sons:
As lacunas no concreto servem para o Órgão 'respirar' e também para levar os sons criados nos tubos.
Conteúdo extraído do e-mail enviado pelo meu amigo Zé Evandro ( Serrote Preto).
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05:06
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Um site Bem legal pra quem curte produzir !!
Dj Bacardi
Essa dica é muito legal para quem adora música. É o Bacardi Dj, um site onde você pode criar e mixar músicas e o melhor: baixá-las para o seu tocador de mp3. Quem quiser também pode escutar as músicas que outros “djs” já gravaram e baixar as melhores. Recomendo a visita. Quem sabe você não descobre que leva jeito para a coisa?
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Dj Duke Jay
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12:24
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Crie a sua banda de música virtual ! !
Que tal criar a sua própria banda? O site CreateBands.com permite realizar esse sonho, pelo menos no mundo virtual. Escolha entre vários tipos de músicos, como guitarrista, baterista, e até dj, posicione-os no palco, escolha o cenário de fundo, efeitos de luzes, etc. Você ainda pode escolher o rítmo de cada integrante da banda.
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08:47
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